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Após operação, futuro eleitoral de Miguel entra em fase decisiva

 

O ex-prefeito de Petrolina e presidente do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, vinha sendo apontado como um dos principais nomes na disputa pelo Senado em 2026, aparecendo entre as primeiras posições nas pesquisas, muitas vezes em empate técnico na liderança.

A construção da candidatura, no entanto, enfrentava desafios políticos. Miguel precisaria administrar sua aproximação com o prefeito do Recife, João Campos (PSB), além da federação entre União Brasil e PP, que em Pernambuco é liderada pelo deputado federal Eduardo da Fonte, também pré-candidato ao Senado. Ele ainda manteve diálogo com a governadora Raquel Lyra (PSD), embora houvesse resistências após divergências nas eleições municipais de 2024 em Petrolina.

O cenário ganhou novo capítulo com uma operação da Polícia Federal que teve como alvos Miguel, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho e o deputado federal Fernando Filho. Após a ação, surgiram especulações sobre o enfraquecimento do projeto eleitoral.

Em nota, Miguel e Fernando Filho negaram irregularidades e classificaram a operação como de viés político, afirmando que as contas de Petrolina estão regulares e aprovadas pelos órgãos de controle. Nas redes sociais, Miguel sinalizou que não desistiu da pré-candidatura.

A repercussão da operação e seus possíveis efeitos nas pesquisas devem influenciar os próximos passos do ex-prefeito, em um cenário que se tornou mais complexo, mas ainda indefinido.

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