O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou neste domingo (1º/3) que a vingança pelos ataques atribuídos a Israel e aos Estados Unidos é um “direito e dever legítimo” da República Islâmica. A declaração foi feita após a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, ocorrida no sábado (28/2), durante uma ofensiva militar.
Em pronunciamento oficial, Pezeshkian afirmou que Khamenei foi assassinado “pelas mãos dos vilões mais perversos do mundo” e classificou o episódio como uma “declaração de guerra contra os muçulmanos”.
Segundo o presidente iraniano, o assassinato do líder religioso representa uma “guerra aberta contra os muçulmanos, especialmente os xiitas em todas as partes do mundo”. Ele destacou que o governo iraniano considera a responsabilização dos envolvidos como uma obrigação.
“A República Islâmica do Irã considera a vingança e a responsabilização dos autores e mandantes deste crime um dever e um direito legítimo”, declarou Pezeshkian.
O presidente reforçou que o país cumprirá essa responsabilidade “com todas as suas forças”, sinalizando que o governo iraniano avalia possíveis respostas ao ataque.

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